Em 31 de maio de 2026, comemoram-se os 225 anos do Rito Escocês Antigo e Aceito (REAA), oficialmente instituído em 31 de maio de 1801, na cidade de Charleston, com a fundação do primeiro Supremo Conselho do Grau 33, conhecido como o “Supremo Conselho Mãe do Mundo”.
“Para a Grande Loja do Paraná e para a Maçonaria em geral, o Rito Escocês Antigo e Aceito é muito importante porque oferece um dos mais completos sistemas de formação simbólica, moral e filosófica da Ordem. Sua ampla difusão, sua tradição histórica e a profundidade de seus ensinamentos fizeram dele um dos ritos mais influentes na Grande Loja do Paraná, do mundo e do Brasil”, disse o Sereníssimo Grão-Mestre, José de Faria.
A criação do REAA marcou a unificação e reorganização dos sistemas de altos graus então existentes, especialmente do Rito de Perfeição, dando origem à estrutura de 33 graus que permanece em vigor até os dias atuais. Entre os principais responsáveis por essa iniciativa destacam-se John Mitchell e Frederick Dalcho.
A partir de Charleston, o REAA expandiu-se para a Europa e para as Américas, tornando-se um dos sistemas mais difundidos da Maçonaria. Todas as potências escocesas regularmente constituídas, incluindo o Supremo Conselho do Grau 33 para a República Federativa do Brasil, têm origem direta ou indireta nessa fundação histórica.
Ao longo de seus 225 anos, o REAA consolidou-se como um sistema de formação filosófica e simbólica voltado ao aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual de seus membros, preservando uma tradição que continua presente em diversos países.
“O Rito Escocês Antigo e Aceito é o grande sustentáculo das Grandes Lojas. Ao completar 225 anos, reafirma sua relevância na formação maçônica e no aperfeiçoamento contínuo de seus obreiros”, afirma o Irmão Manif Antonio, Assessor Especial do Grão-Mestre e membro da Grande Comissão de Ritualística.
A celebração desta data representa o reconhecimento de sua trajetória histórica e a continuidade dos princípios e ensinamentos transmitidos por gerações de maçons desde 1801.




