Maçonaria paranaense vacina integrantes contra H1N1

Adesão ao projeto ocorreu em dezembro de 2020; espaçamento entre o uso de vacinas H1N1 e as Covid-19 deve ser de no mínimo 20 dias

A vacinação ocorreu no formato drive thru

Aproximadamente 300 pessoas entre maçons e seus familiares foram vacinados contra a Influenza H1N1 nesta sexta-feira (26), na sede da Grande Loja do Paraná (GLP), em Curitiba. A ação faz parte de um projeto idealizado pela maçonaria paraense, por meio das três potências legais — GLP, Grande Oriente do Paraná (GOB) e Grande Oriente do Brasil – Paraná (GOB-PR) — e organizada pelos respectivos Grandes Hospitaleiros.

A adesão dos irmãos à vacinação ocorreu durante o mês de dezembro de 2020. Em Curitiba, a ação foi realizada na sede das potências entre os dias 25 e 26. Até o dia 1º de abril, o projeto terá passado por todas as regiões do estado, nas cidades de: Ponta Grossa, Imbituva, Guarapuava, Apucarana, Londrina, Maringá, Paranavaí, Umuarama, Campo Mourão, União da Vitória, Pato Branco, Francisco Beltrão, Dois Vizinhos, Cascavel e Foz do Iguaçu.

(E/ D) O irmão Diógenes da ARLS União, Justiça e Verdade nº28, e o Grande Hospitaleiro da GLP, Irmão José Carlos de Miranda

Indicação médica

Segundo o Grande Hospitaleiro da GLP e médico, o irmão José Carlos Miranda, todos seguem preocupados com a Covid-19, mas não se pode descuidar com as doenças perigosas e das quais que já temos vacina largamente disponível. “Apesar de não ser tão infectante quanto o coronavírus, o H1N1 também apresenta alto índice de letalidade, principalmente em pessoas idosas ou que tenham problemas de saúde”, frisa.

O vírus da influenza H1N1 sofre mutações periodicamente e, por isso, a imunização deve ser realizada anualmente. “Devido a essas modificações do vírus, a composição dessas vacinas também é sempre reformulada, utilizando a cepa do último vírus que circulou no ano anterior”, explica o irmão Miranda. A campanha nacional para a vacinação da H1N1 tem início no dia 12 abril e segue até o dia 9 julho nos postos de saúde. O imunizante também está disponível na rede particular de laboratórios.

Estar vacinado contra o H1N1 é importante até mesmo para auxiliar no descarte da doença quando alguém tiver sintomas gripais, que também são similares aos da Covid-19. “Também precisamos ficar atentos, pois o intervalo entre as aplicações das vacinas de H1N1 e de Covid-19 deve ter um espaçamento de, no mínimo, 20 dias”, explica o Grande Hospitaleiro. Ele ressalta que a pessoa que estiver apresentando febre ou sintomas gripais deve aguardar até que os sintomas passem para, então se vacinar.

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