GLP prestigia posse da nova administração da GLMPE

O Sereníssimo Grão-Mestre Irmão Marco Antônio Corrêa de Sá, esteve neste último final de semana em Recife representando a Grande Loja do Paraná na posse do Sereníssimo Grão-Mestre e Grão-Mestre Adjunto da Grande Loja Maçônica do Estado de Pernambuco (GLMPE), respectivamente os Irmãos Flávio Amorim e João Gomes.

A solenidade pública, que foi realizada no Museu Militar do Forte do Brum, contou com a participação de autoridades da Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil (CMSB), Confederação Maçônica do Brasil (COMAB), das Grandes Lojas, dos Grandes Orientes Independentes e do Grande Oriente do Brasil.

“Com muita satisfação estivemos presentes na posse pública dos Irmãos Flávio Amorim e João Gomes, oportunidade em que externamos a certeza de que a gestão ora iniciada será corada de êxito, ao tempo em que agradecemos a amizade e parceria dos Irmãos João Ângelo Muniz e José Wellington de Andrade que concluíram o mandato*, conta o Irmão Marco Antônio

Durante sua estada naquele oriente, o Irmão Marco Antônio Corrêa de Sá foi agraciado ainda com o Título de Grão-Mestre de Honra da Grande Loja Maçônica do Estado do Pernambuco. “Com muita honra recebi a homenagem, que divido com toda a jurisdição, pois representa a pujança da nossa Grande Loja no cenário nacional”,  disse o Grão-Mestre.

Forte de São João Batista do Brum

O atual Museu Militar do Forte do Brum está presente na história brasileira desde 1629, quando foram erguidas as primeiras bases do Forte Diego Paes, que tinha como objetivo reforçar a entrada da barra do Porto de Recife contra invasões.

Acontece que a fortificação que foi ocupada pelos holandeses já em fevereiro de 1630 e assim permaneceu até janeiro de 1654. Mesmo depois da retomada, o nome fortaleza seguiu como Forte do Brum, em homenagem ao Presidente do Conselho de Guerra Holandês de ocupação, Johan Bruyne.

Em 1715 o forte ganha a construção de uma capela em homenagem a São João Batista, o que rendeu uma nova modificação em seu nome, passou a ser chamado de Forte de São João Batista do Brum. Em 1950 a construção foi tombada como Patrimônio Histórico, passou por restaurações e hoje trata-se de um museu militar.

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